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Após prisão de comandante de elite da polícia, operação mira outros policiais por tráfico em MS e no PR (Foto: Reprodução)

Comandante da elite da polícia é preso suspeito de usar viatura para traficar em MS A Delegacia Especializada de Repressão ao Narcotráfico (Denar) realizou, nesta sexta-feira (17), a segunda fase da operação “Rota Blindada”, que investiga um grupo criminoso suspeito de usar a posição de agentes de segurança para tentar proteger atividades ilegais, principalmente o tráfico de drogas. Na primeira fase da operação em fevereiro deste ano, o comandante do Grupo Tático de Escolta (GTE), Antonio Fernando Martins da Silva, foi preso por usar a viatura oficial para transportar drogas . ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 MS no WhatsApp Nesta etapa, foram cumpridos oito mandados de prisão e 13 de busca e apreensão. As ações aconteceram em Mato Grosso do Sul, nas cidades de Campo Grande e Corumbá, e também no Paraná. Entre os alvos está o policial militar Lucas Villegas, que já havia sido preso no início desta semana em outra operação. Segundo a investigação, o grupo usava cargos dentro das forças de segurança para facilitar crimes e evitar fiscalização, funcionando como uma espécie de “blindagem” para as ações ilegais. O g1 não encontrou as defesas dos policiais. Ao todo, sete pessoas foram presas em diferentes estados por envolvimento com o esquema. Um suspeito foi detido em Corumbá, apontado como responsável por armazenar a droga, e outro no Paraná, suspeito de recrutar o policial penal para o transporte. Em Campo Grande, cinco investigados ligados à logística também foram presos. Durante as ações, houve ainda uma prisão em flagrante por posse de arma de fogo em Corumbá. Um dos alvos segue foragido; na casa dele, a polícia apreendeu cerca de 2 kg de cocaína e uma motocicleta. Na Capital, foi cumprido mandado de prisão contra o policial militar. As investigações indicam que parte da droga não foi apreendida em uma ocorrência anterior e apontam possível participação dele no esquema. Também foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e um barco avaliado em cerca de R$ 400 mil. O que já se sabe da primeira fase Esquema usava viatura caracterizada para driblar fiscalização, aponta investigação Reprodução A primeira fase da “Rota Blindada” foi realizada em fevereiro, em Corumbá, pela Delegacia Especializada de Repressão ao Narcotráfico (Denar). Na época, o policial penal Antonio Fernando Martins da Silva, que era comandante do Grupo Tático de Escolta (GTE), foi preso suspeito de usar uma viatura oficial para transportar drogas no estado. Após a prisão, ele foi afastado do cargo. LEIA MAIS: Policiais são presos suspeitos de invadir casa e furtar drogas de traficantes em Campo Grande Comandante de grupo de elite da polícia é dispensado após ser preso por usar viatura para traficar em MS Comandante de grupo de elite da polícia garantia 'frete seguro' a drogas traficadas em viatura, diz investigação Segundo a Denar, o policial usava a função e uma viatura caracterizada para fazer o transporte da droga. A estratégia, conhecida no meio criminoso como “frete seguro”, consistia em utilizar veículo oficial para reduzir o risco de fiscalização nas rodovias. Conforme os investigadores, a estrutura era usada para dar aparência de legalidade ao transporte e evitar abordagens. Ligação com outras operações Imagens flagraram ação de policiais durante furto de droga em Campo Grande Polícia Civil de MS Um dos investigados nesta fase é o policial militar Lucas Villegas, preso na última terça-feira (13) durante a operação “Lealdade Corrompida”. Na ocasião, ele e o policial penal Vitor Ribeiro Venancio dos Santos foram presos suspeitos de envolvimento no furto de drogas, em Campo Grande. A investigação aponta que o grupo teria se passado por agentes de segurança para cometer o crime. Segundo a investigação da Delegacia Especializada de Repressão ao Narcotráfico (Denar), os suspeitos retiraram uma grande quantidade de entorpecentes de uma casa na capital. Não foi informado a quantidade de droga furtada. O delegado André Mendonça, responsável pelas investigações, informou que a ação teria sido planejada e executada de forma organizada, com uso de estrutura e aparência semelhantes às de operações policiais. Durante o cumprimento dos mandados, outras duas pessoas foram presas temporariamente. Um quinto investigado não foi encontrado e é considerado foragido. Os demais envolvidos não são servidores públicos, conforme apuração do g1. Os policiais presos foram levados à delegacia e permaneceram em silêncio durante o depoimento. A Polícia Civil segue apurando o caso para identificar todos os envolvidos e entender como o grupo atuava dentro das estruturas de segurança pública. O que dizem as autoridades Polícia Civil deflagra segunda fase de operação contra agentes de segurança que transportavam drogas Divulgação Polícia Civil A Agência Estadual de Administração do Sistema Penitenciário (Agepen) informou que abriu procedimento administrativo para investigar o caso e afirmou que não aceita desvios de conduta. Disse ainda que possíveis irregularidades são de responsabilidade individual e não representam a instituição. A Polícia Militar também se manifestou e confirmou que um de seus integrantes está entre os investigados. A corporação destacou que acompanha o caso, instaurou procedimento interno e reforçou que não tolera condutas ilegais. Veja vídeos de Mato Grosso do Sul: